Entenda melhor
Esses sistemas tratam o esgoto no próprio terreno. A fossa séptica retém os sólidos e faz uma primeira digestão. Em seguida, o efluente pode passar por um filtro anaeróbio, que remove mais matéria orgânica, e depois seguir para infiltração no solo, por sumidouro ou vala, ou para outro destino permitido.
O projeto considera o número de moradores, o tipo de solo, a profundidade do lençol freático e a distância de poços. As normas da ABNT, como a NBR 7229 e a NBR 13969, trazem os critérios técnicos para essas unidades.
A remoção de nutrientes e de microrganismos nesses sistemas é limitada. Por isso, a manutenção, com limpeza periódica do lodo, é essencial. Em condomínios, empreendimentos ou situações de licenciamento, pode ser exigida a análise do efluente final, com parâmetros como DBO, sólidos e pH, para comprovar a eficiência.