Entenda melhor
A ETA transforma a água bruta, captada em rios, represas ou poços, em água própria para consumo. No modelo mais comum, chamado de tratamento convencional, a água recebe um coagulante, passa pela floculação, pela decantação e pela filtração. No fim, é desinfetada, em geral com cloro, e pode receber flúor e correção de pH.
Cada etapa é ajustada com base em análises feitas ao longo do dia. Turbidez, cor, pH e cloro residual são medidos com frequência, muitas vezes no próprio laboratório da estação.
A água que sai da ETA precisa atender ao padrão de potabilidade da Portaria GM/MS nº 888/2021. Por isso, o controle de qualidade da ETA envolve também análises microbiológicas e de substâncias químicas, feitas por laboratórios capacitados.