O que é
O Alumínio (Al) é o metal mais abundante na crosta terrestre e pode ser encontrado na água bruta devido à erosão de solos e rochas. Também é adicionado intencionalmente durante o tratamento de água como parte do coagulante (sulfato de alumínio) para remover turbidez e cor.
O que indica e riscos
Embora o sulfato de alumínio seja essencial para a clarificação da água, um residual de alumínio na água tratada pode indicar problemas no processo de tratamento, como dosagem incorreta de coagulante ou pH inadequado. Níveis elevados podem causar precipitação e aumento da turbidez na rede de distribuição. Existe um debate científico sobre a relação entre a ingestão de alumínio e doenças neurodegenerativas, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que não há evidências conclusivas de risco à saúde através da água potável nos limites recomendados.
Como tratar
O controle do alumínio residual é feito otimizando o processo de coagulação. Isso envolve o ajuste fino da dosagem de sulfato de alumínio e, crucialmente, o controle do pH. O alumínio tem uma faixa de pH ótima (geralmente entre 6.0 e 7.5) na qual sua solubilidade é mínima, maximizando a remoção por decantação e filtração. Se o alumínio já está na água, a osmose reversa ou a troca iônica podem ser eficazes para sua remoção.
O alumínio é extremamente leve e resistente à corrosão, o que o torna vital para a indústria aeroespacial e para a fabricação de latas de bebidas. No entanto, ele nunca é encontrado livre na natureza, sempre combinado com outros elementos. A extração do alumínio a partir do seu minério, a bauxita, é um processo que consome uma quantidade imensa de energia elétrica.